Ciclo Menstrual – Conceitos Básicos e Fisiologia Hormonal

Ciclo Menstrual

O ciclo menstrual tem duração média de 28 dias. Inicia-se na menarca e tem o seu término na menopausa (última menstruação). O ciclo menstrual pode ser descrito como um conjunto de alterações cíclicas da função ovariana que provoca uma variação na secreção de hormônios femininos e da estrutura do revestimento interno do útero. É divido em três fases:

  1. Fase proliferativa ou folicular – Inicia-se no primeiro dia da menstruação;
  2. Fase ovulatória – Dura até 3 dias;
  3. Fase secretora ou lútea – Fim da ovulação até o início do fluxo menstrual.

Alguns conceitos Básicos:

  • Duração do ciclo menstrual: O ciclo menstrual dura em média 28 dias, embora algumas mulheres tenham ciclos menores e outras maiores;
  • Primeiro dia do ciclo menstrual: O primeiro dia do ciclo é o primeiro dia de menstruação;
  • Metade do ciclo menstrual: dia da ovulação;
  • Último dia do ciclo menstrual: 28º dia;
  • Fase proliferativa ou folicular: Primeiro dia da menstruação até a fase ovulatória;
  • Fase secretora ou lútea: Últimos 14 dias do ciclo;
  • Fase ovulatória: Pode durar até 3 dias. É a fase que se situa entre as fases proliferativa e secretora.

Pilares Básicos de Funcionamento do Ciclo Menstrual

O ciclo menstrual tem 4 pilares básicos de funcionamento (chamado também de eixo do ciclo menstrual):

  1. Eixo hipotalâmico;
  2. Hipófise;
  3. Ovário;
  4. Endométrio

I – Hipotálamo

O hipotálamo é um eixo gerador do ciclo menstrual e tem as seguintes características:

Localização: Localiza-se no diencéfalo no sistema nervoso central abaixo do tálamo e acima da hipófise. Tem conexões com o sistema límbico (centro do comportamento e sentimentos), tálamo (ajuda na regulação da consciência, sono e vigília), hipófise (controle das glândulas endócrinas);

Função geral: Controle do sistema nervoso autônomo simpático e parassimpático, temperatura corporal, regulação dos processos de sede e fome, controle das emoções e comportamentos (em associação com o sistema límbico), auxilia no processo de contração de músculos lisos (coração e todos os órgãos que tem musculatura lisa como o trato gastrointestinal, artérias e veias e outros), regulação de glândulas endócrinas, controle da hipófise, ciclos circadianos, processos do desejo sexual, ciclo menstrual e gestação.

Função em relação ao ciclo menstrual: Produz um poli peptídeo de forma  pulsátil e intermitente (não contínua) chamado de hormônio liberador de gonadotrofina (GNRH) , que, ao cair na corrente sanguínea e chegar até glândula hipófise anterior ou adenohipófise. faz com que esta glândula produza dois hormônios responsável pelo ciclo menstrual: FSH e LH.

 

II – Hipófise Anterior

Localização: Também chamada de glândula pituária e glândula mestra (por ser responsável pelo controle da produção de hormônios), a glândula hipófise situa-se no cérebro inferior. É subdividida em duas partes: hipófise anterior ou adenohipófise e hipófise posterior ou neurohipófise.

 A glândula hipófise anterior produz os seguintes hormônios:

  • Hormônio de crescimento (somatotrofina) – crescimento dos ossos, controle do metabolismo de carboidratos, gorduras e carboidratos);
  • Adrenocorticotrópico (ACTH) – atua nas córtex das supra-renais para que sintetize a aldosterona, cortisol e andrógenos fracos);
  • Hormônio folículo-estimulante (FSH) – estimula o desenvolvimento folicular nos ovários e espermatogênese;
  • Hormônio luteinizante (LH) – estimula a ovulação e a transformação do folículo em corpo lúteo após a ovulação;
  • Prolactina – Estabiliza a secreção de estrogênio e progesterona, e estimula a produção de leite na glândula mamária;
  • Tirotrofina – (TSH) – Atua na tireóide fazendo com que ela produza toroxina (T4) e triiodotironina (T3).

Como dito anteriormente, o GNRH  produzido pela hipotálamo, irá atuar sobre a glândula hipófise anterior fazendo com que ela secrete na corrente sanguínea mais dois hormônios, FSH e LH.

Função da Glândula hipófise em relação ao ciclo menstrual: Produzir os dois hormônios responsável pelo ciclo menstrual: O FSH e o LH.

  1. Hormônio  folículo estimulante (FSH) – Atuam nos folículos ovarianos fazendo que eles se desenvolvam. No fim da fase proliferativa folicular, somente um folículo estará desenvolvido;
  2. Hormônio luteinizante (LH). O LH – Irá promover a ovulação do folículo desenvolvido e após a ovulação, a transformação do folículo em corpo lúteo para fins de secreção de estrogênio.

III – Ovários

Os ovários tem função gametogênica e endócrina, ou seja, além de produzir os gametas, eles produzem também hormônios. Os hormônios FSH e LH liberados na corrente sanguínea pela hipófise anterior, irá atuar nos ovários fazendo com que eles secretem os mais dois outros tipos hormônios femininos:

  • estrogênio (estradiol) – Promove o espessamento do endométrio;
  • a progesterona – Secreta mucopolissacarídeo para fins de afixar o ovulo no endométrio.

IV – Endométrio

O endométrio é a camada interna do útero que tem a função de receber o ovo fecundado promovendo a gravidez. Quando não ocorre a gestação, o endométrio se descama formando a menstruação. No endométrio, irão atuar o estrogênio (estradiol) e a progesterona produzidos pelos ovários.

Estrogênio

O estrogênio produzido pelos ovários, atua no endométrio estimulando as células endometriais a sofrerem
mitoses, ou seja, o estrogênio faz com que se aumente a camada interna do útero de modo a prepará-lo para a gravidez.

É importante lembrar que existem três tipos de estrogênio:

  1. Estradiol: Produzido pelos ovários;
  2. Estrona: Estrogênio periférico, produzido pelo tecido adiposo, fígado e músculo. Este estrogêneo é predominante na mulher após a menopausa, pois há a cessação da atividade ovariana e da produção de estradiol por ela;
  3. Estriol: Estrogêneo produzido pela placenta.

Progesterona

A própria palavra, progesterona, já diz a sua função:

  • “pro” – significa antes ou preparo;
  • “gesterona” – relativo a gestação.

A progesterona tem a função de fazer com que as células endometriais produzam mucopolissacarídeos com o objetivo de receber o ovo fecundado. Portanto, a progesterona é o hormônio que prepara o endométrio para a gestação.


Resumo

Até agora vimos os 4 pilares do cilo menstrual (Hipotálamo, Hipófise anterior, ovários e endométrio) e os seus respectivos hormônios. O hipotálamo secreta GNRH que atua na hipófise anterior fazendo com que ela secrete LH e o FSH. O  FSH irá atuar nos ovários fazendo com que os folículos, se desenvolvam. O LH estimulará o folículo dominante a ovular e depois da ovulação, faz com que esse folículo transforme-se em corpo lúteo. O corpo lúteo por sua vez irá produzir estradiol e progesterona que irão agora atuar no endométrio (no útero). O  estradiol fará com que o epitélio endometrial aumente em espessura e a progesterona provocará síntese de mucopolissacarídeo para o óvulo fecundado prenda-se nas suas paredes e ocorra a gestação.


Conceitos Básicos para Entender o Ciclo Menstrual

Entender o ciclo menstrual, ás vezes pode ser um pouco complicado. Mas se procurarmos entender alguns pontos chaves, com certeza, tudo ficará mais fácil, afinal, é melhor entender do que decorar, não é verdade?

Quais são esses pontos chaves? Os pontos chaves são os sistemas de feedback positivo e negativos dos hormônios.

Feedback

Feedback é um mecanismo de retrocontrole dos hormônios. Em outras palavras, é um mecanismo de auto-regulação de modo a evitar que o organismo entre em desequilíbrio. Existem dois tipos:

  1. Feedback Positivo – É um retrocontrole positivo, ou seja, quando há a presença de um determinado hormônio na corrente sanguínea, o próprio hormônio fará um estímulo para a liberação de outro(s) hormônio(s) também para a corrente sanguínea.
  2. Feedback Negativo – É um retrocontrole negativo. Quando há a liberação de um determinado hormônio, a presença desse hormônio na corrente sanguínea inibirá a produção de outro(s) hormônio(s).

Feedback negativo do estradiol em relação ao FSH

O feedback do estradiol é negativo em relação ao FSH, ou seja, quando mais estradiol é produzido, menos FSH é produzido. Se menos estradiol é produzido pelos ovários, mais FSH é produzido pela hipófise anterior.

Feedback positivo do estradiol em relação ao LH

Já o feedback do estradiol em relação ao LH, é positivo. Quando há a produção de estradiol pelo ovário, a glândula hipófise também produz LH. Por outro lado, quando a produção de estradiol é diminuída, a produção do LH também estará diminuída.

Resumindo:

  • Feedback do estradiol em relação ao FSH é negativo!
  • Feedback do estradiol em relação ao LH é positivo!

 


Diagrama do Ciclo Menstrual

Figura 1: O Ciclo Menstrual

Fernandes, Teixeira e Correia-Pinto

Agora chegou o grande momento de realmente estudarmos os ciclo menstrual propriamente dito. O diagrama acima mostra uma variação hormonal sequencial.  No entanto, ainda precisamos ir devagar para que entendamos como funciona  realmente o ciclo menstrual. Vamos entender o papel de cada hormônio em cada fase do ciclo.


Fases do Ciclo Menstrual

O ciclo menstrual, como já falado, tem três fases: proliferativa, ovulatória e secretória.

Fase Proliferativa ou folicular

A fase proliferativa ou folicular do ciclo menstrual corresponde ao período correspondente entre o primeiro dia da menstruação até a fase ovulatória, tendo como característica principal o desenvolvimento dos folículos por intermédio do FSH.

Para tornar o nosso assunto mais didático, vamos estudar a fase proliferativa por meio das características
hormonais dessa fase através dos hormônios: O FSH, Estradiol e a Progesterona. Depois vamos juntar todas as informações.

FSH

O ciclo menstrual inicia-se no primeiro dia de menstruação da mulher. Neste dia, a mulher já estará com níveis de FSH alto. Neste momento, a ideia é fazer com que os folículos ovarianos começam a se desenvolverem a fim de preparar o endométrio para uma futura gestação. Neste sentido o FSH ou hormônio folículo estimulante, como o próprio nome já diz, o FSH irá estimular o desenvolvimento de 8 a 10 folículos ovarianos. No entanto, apenas um folículo estará desenvolvido ao final da fase folicular. A este folículo único folículo que consegue se desenvolver completamente, é dado o nome de folículo dominante.

 

Estradiol

Ao desenvolver por ação do FSH, os folículos começarão a produzir o estradiol (estrogênio ovariano). Á medida que o os folículos se  desenvolvem, a produção de estradiol pelos ovários vai aumentando gradativamente. No final da fase proliferativa, o folículo dominante, no ápice de seu desenvolvimento, produz uma grande quantidade de estradiol, formando um pico de secreção. Após a ovulação, há uma queda acentuada da produção estradiol, pois há uma regressão do folículo dominante.

O Estradiol tem a função de espessar o endométrio para fins de que, após a fase ovulatória, receber o zigoto.

Progesterona

Muito baixa na fase proliferativa, a progesterona começa a se elevar somente com o advento do nascimento do corpo lúteo na fase secretória. Na fase proliferativa, a progesterona está quase nula no sangue.

 

 

LH

O hormônio luteinizante é secretado pela hipófise anterior e ao chegar aos ovários pela corrente sanguínea, estimula a ovulação e transforma o folículo dominante em corpo lúteo. Por isso ele é chamado de hormônio luteinizante.

O feedback do estradiol em relação ao LH é positivo, ou seja, se há a produção de estradiol, aumenta-se a produção de LH. Em outras palavras, a hipófise anterior secreta FSH a mando do hipotálamo por meio do GNRH, o FSH ao chegar nos ovários, faz com que os folículos se desenvolvam e estes passam a secretar o estradiol. O estradiol além de atuar no endométrio, atua também na hipófise fazendo com que ela secrete LH.

Isto significa dizer que:

  • Na fase proliferativa há um aumento da produção de estradiol pelos folículos em constante desenvolvimento, o que resulta num aumento da produção, também, de LH a partir da hipófise anterior. Portanto estradiol alto, LH alto;
  • No final da fase proliferativa há um pico de estradiol, seguido por um pico de LH. Em média, após o pico de estradiol, cerca de 12 horas depois, a mulher terá um pico de LH, e também 12 horas depois, a mulher terá a ovulação, marcando a metade do ciclo menstrual.

Lembre-se que, para se ter a ovulação, a mulher tem que ter o pico de LH. O pico de LH ocorre, em média, 12 horas após o pico de estradiol, e por sua vez, a ovulação ocorre 12 horas, em média, após o pico de LH. Por exemplo, se uma mulher teve o pico de estradiol no dia 20/11/2017 ás 15 horas, ela terá:

  • Pico de LH: Dia 21/11/2017 ás 03 horas da madrugada;
  • Ovulação: No dia 21/11/2017 ás 15 horas da tarde.

Figura 2: Variação das secreções de LH, FSH, estradiol e progesterona ao longo do ciclo menstrual. 

afadf

Fonte: Fernandes, Teixeira e Correia-Pinto


Fase Ovulatória – Período fértil

O pico de LH, faz com que haja a produção de enzimas hidrolíticas e proteolíticas na superfície do folículo. Essas enzimas rompem a superfície do ovário fazendo com que o oócito seja sugado de dentro do folículo, fazendo com que haja a ovulação.

A fase ovulatória envolve a ovulação e o período periovulação. Esse período é também denominado de período fértil porque nesta fase, se a mulher tiver relação sexual sem preservativo poderá engravidar.


Fase Secretora

Após a ovulação, as células do folículo dominante formará uma estrutura chamada de corpo lúteo. O corpo lúteo tem a função de continuar a produção do estradiol. No entanto ele não só produz o estrógeno (estradiol), mas também a progesterona.

Progesterona

A progesterona é elevada na fase secretora do ciclo menstrual pois tem a função de tornar o endométrio um endométrio secretor. O endométrio mais espessado por causa da ação da progesterona irá secretar mucupolissacarídeos, que tem a finalidade de tornar a parede endometrial propícia a receber o ovo fecundado
grudando-o nas suas paredes. Em outras palavras, na primeira fase do ciclo menstrual, a quantidade de progesterona estava quase nula, e na segunda fase, a progesterona já tem um aumento significativo de sua produção, de modo a preparar o endométrio para receber o zigoto.

Fecundação

Se a mulher tiver relação sexual no período peri-ovulatório (períodos próximos da ovulação) sem preservativo, poderá haver a fecundação e a formação da célula ovo ou zigoto. Uma semana depois, com o desenvolvimento desse ovo, o embrião irá formar uma estrutura chamada trofoblasto, parte do embrião responsável pela produção do hormônio gonadotrofina coriônica humana (HCG). O HCG terá a função de manter o corpo lúteo de modo a garantir condições de seguir a gravidez. O corpo lúteo produz a progesterona que tem a função de tornar o endométrio propício para a gravidez.

Regressão do Corpo Lúteo

Caso não ocorra a gestação, o que acontecerá?
Caso não haja fecundação, o corpo lúteo irá regredir em 14 dias, período que corresponde a toda a fase secretora, e depois ocorre a menstruação. Esse processo é chamado de Luteólise, que é a lise (quebra) do corpo lúteo.

Progesterona e Estradiol

Produzidos pelo corpo lúteo, a progesterona e o estradiol estão em alta na fase secretora do ciclo menstrual (estradiol promove o espessamento do endométrio e a progesterona torna o endométrio receptivo para receber o zigoto). Com a regressão do corpo lúteo no final da fase secretora, há uma queda expressiva na produção dos dois hormônios. Sem progesterona e sem estradiol, o organismo fica impossibilitado de manter a espessura aumentada do endométrio, e este começa a se descamar. Assim há a menstruação marcando o fim da fase secretora e o inicio da fase proliferativa.

FSH

O Estradiol apresenta feedback negativo em relação ao FSH. Isso significa dizer que, na segunda fase do ciclo menstrual, há uma produção aumentada de estradiol por causa da presença do corpo lúteo e uma produção baixa de FSH. Já no final da fase secretora, há uma diminuição da produção de estradiol devido á regressão do corpo lúteo, e um aumento na produção de FSH. Assim, após a menstruação e início da fase proliferativa do ciclo, o FSH estará aumentado e estradiol em baixa.

RESUMO

O FSH  estará alto no início da fase proliferativa porque os níveis de estradiol estão baixos (Feedback do estradiol em relação ao FSH é negativo). Em contrapartida, á medida que os folículos se desenvolvem, eles começam a produzir estradiol (Feedback do estradiol em relação ao LH é positivo!). O estradiol começa a estimular a produção de LH pela hipófise anterior. No final da fase proliferativa, teremos um pico de estradiol seguido por um pico de LH. Esse pico de LH causa a ovulação.

Já na fase lútea teremos estradiol e progesterona altos, porque o corpo lúteo está secretando esses dois hormônios. Por outro lado o FSH estará baixo porque o estradiol inibe a produção de FSH, Com a regressão do corpo lúteo ao final da fase lútea, o estradiol cai. A partir daí, inicia-se a próxima fase do ciclo, fase proliferativa, em que o endométrio começa a descamar, surgindo a menstruação. Neste primeiro dia de menstruação, com o estradiol baixo, a hipófise anterior começa a secretar o FSH.

Menstruação

A menstruação é a descamação endometrial ocasionada pela ausência de fecundação, e consequentemente da ausência de gravidez naquele ciclo menstrual. A queda do estrogênio (estradiol) e da progesterona no final do ciclo menstrual faz com que o endométrio da paciente se descame ocorrendo a menstruação.


 

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Referências Bibliográficas

FERNADES, João Soares; FORTUNATO, JM Soares; PINTO-CORREIA, Jorge. Fisiologia do Sistema Reprodutor Feminino. Universidade de Minho, Portugal. Disponível em <http://www.uff.br>. Acesso em 26 de nov. de 2017.

GUYTON, A.C.; HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 11ª ed. Rio de Janeiro, Elsevier Ed., 2006.

MELEGARIO, Et Al. A influência do ciclo menstrual na flexivilidade em praticantes de ginástica de academia. Revista Brasileira Medicina Esporte, Rio de Janeiro, v.12, nº3, jan-mai, 2006. Disponível em <www.scielo.br>. Acesso em 26 de novembro de 2017.

TEIXEIRA, Et Al. Influência das diferentes fases do ciclo menstrual na flexibilidade de mulheres jovens. Revista Brasileira Medicina Esporte, Rio de Janeiro, v. 18, nº6, nov/dez, 2012. Disponível em <www.scielo.br>. Acesso em 26 de nov. de 2017.

-Comissões Nacionais Especializadas de Ginecologia e Obstetrícia. Federação Brasileira de
Ginecologia e Obstetrícia –Manual de Orientação: Climatério, Rio de Janeiro, 2010

 

 

Marcus Vinícius

Olá, meu nome é Marcus Vinícius. Sou blogueiro, enfermeiro e responsável técnico pelo Centro de Atenção Psicossocial CAPS I do Município de Lagoa da Prata/MG. Este blog tem o objetivo de trazer um conteúdo esquematizado e de fácil assimilação. Aproveite e entre em contato em caso de dúvidas e sugestões!

Website: http://www.enfermagemesquematizada.com.br

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